António Oliveira concedeu uma entrevista ao Bola Esporte, do Brasil, onde refletiu a cerca de os últimos afazeres realizados no região. Após de haver transportado o Sport e o Remo por exclusivamente quatro e 14 jogos, respetivamente, o perito jamais revela algum contrição.
«Em nenhum instante me arrependo. Sabia dos riscos. Continuamente entrei em projetos extremamente desafiantes. Fiz o melhor executável incorporado dos recursos e do período. Todavia sou único treinador de sistema, e sem equilíbrio jamais há prolongamento», começou por educar.
«Estou a aproveitar um pouco que já há bem período jamais fazia: usufruir do meu período em estirpe, com os meus filhos, com a minha senhora, escoltar os meus pais. É incessantemente bem árduo estar distanciado de mansão e tal qual amamos. Presentemente penso em resfolgar e auscultar propostas que ofereçam crédito ao treinador e projetos sustentados», sustentou.
Por outro ala, o lusitano defende boas memórias do Cuiabá (elogiando a arcaboiço do agremiação) e do Corinthians. Oliveira assume até que gostava de tornar ao ‘Timão’.
«Tem uma volume adepta fabuloso, fantástica, que aprendi a apaixonar. Que carrega algum treinador, algum jogador para a dianteira, tenho apreço integral velo agremiação, pelos jogadores e pela pavio. Dei tudo o que tinha todos os dias e digo-lhe de uma feição bem franca que único dia gostaria de retornar», adianta.
António Oliveira admite que proceder no Brasil «está no seu radar», todavia acrescenta que o «futebol é global», e por isso abre a porta novos horizontes. O vitória de Abel Ferreira e Jorge Jesus no região foi igualmente assunto de altercação.
«Abriram portas, todavia aumenta a expectativa. Nem todos são Abel ou Jesus. Há bons e maus treinadores em Portugal e no Brasil. O treinador lusitano evoluiu bem e, quando se adapta veloz ao contextura brasílico, normalmente tem longevidade», afirmou.
Aos 43 anos, o treinador lusitano já operação com sete passagens em clubes brasileiros a partir de 2020.




