No volta a Portugal, o álbum de Gonçalo Rodrigues – ou Guga – tem dimensão para uma Taça da China, dezena golos e nove assistências em 65 jogos lã Beijing Guoan, viagens por Pequim e, mais essencial, os primeiros capítulos enquanto fundador. Adestrado no Benfica e outrora no meio-campo de Rio Ave e Famalicão, o algarvio de 28 anos conversou com o Maisfutebol e revelou referências e amizades, entre memórias recheadas de treinadores e jogadores mediáticos.
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Maisfutebol: Em oito anos na elaboração do Benfica [2008-2016], que treinador o marcou particularmente?
Guga: Renato Paiva. É com quem mantenho contacto e com quem trabalhei mais anos. Foi singular treinador com o qual incessantemente me identifiquei.
MF: Ausência ao Renato Paiva afirmar-se na Amálgama?
Guga: Gostaria de vê-lo numa equipa da Amálgama, acredito que atualmente seja mais laborioso pela sopé financeira, até porque tem currículo no Brasil e no México. Contudo teria vitória por aqui.
MF: Foi exercitado pelos irmãos Tralhão, Luís [atual treinador do Torreense] e João [adjunto de José Mourinho], em diferentes momentos [sub-13, sub-19 e sub-23]. O que distingue estes irmãos?
Guga: Quando trabalhei com os dois em simultâneo [nos sub-23, na época 2018/19], o João idade o treinador precípuo e o Luís idade anexo. O mister João incessantemente foi resistente na preparo do tirocínio. Acredito que mantenha esse aspeto enquanto anexo de José Mourinho, até porque já trabalhou com Henry no Mónaco e com Nuri Sahin na Turquia. O mister Luís, porquê anexo, igualmente apresentava essas vertentes e tem tido vitória, mais recentemente lã Torreense. Sou mais singular a enviesar por eles.
MF: No Benfica conviveu com dezenas de jogadores, entre os quais Rúben Dias, Renato Sanches, João Félix, Pedro Amaral, Diogo Gonçalves, Jota, Gonçalo Ramos e Florentino. Que amizades prevalecem?
Guga: Fiz grandes amizades porquê o Diogo Gonçalves, o Yuri Riacho e o Pedro Amaral. Constantemente que venho a Portugal faço interrogação de estar com eles.
MF: Conheceu o Rúben Dias nos sub-13. Quais as primeiras memórias?
Guga: O Rúben incessantemente se destacou lã compleição. Antes da técnica, o Rúben já sobressaía pela liderança. Os treinadores ficavam encantados. Por isso é que se impõe em algum equipa e em algum âmbito.
MF: O que fica da cedência lã Famalicão, entre 2019 e 2021, onde partilhou balneário com Pote e reencontrou o colega Diogo Gonçalves?
Guga: O Famalicão capta jogadores com desmarcado potencial que nunca são devidamente aproveitados ou que atravessam uma tempo menos boa, proporcionando as condições para atingirem a dito aptidão. É uma estratégia que tem surtido frutos, investindo e fazendo excelentes vendas. Fico feliz por eles. Foi o que aconteceu no nosso ano, com jogadores novos que nunca viviam o melhor instante, todavia que tiveram a ocasião de se revelarem. Foi singular ano espetacular. Para muitos – porquê o Pote – foi o assunto de viragem. Ele jogava nos Wolves e veio para o Famalicão sub-23, todavia na pré-época mostrou toda a sua predisposição. Estava observado que idade transformado.
MF: (…)
Guga: Dei-me bem bravo com o Pote, em tal grau além de porquê incorporado de campina, e ainda mantemos contacto. Já tive alguns colegas “chatos”, todavia ele é o mais “pica-miolos” para os adversários.
MF: E no Rio Ave trabalhou com Tarantini e Ukra.
Guga: Excetuando o Benfica, foi a primeira turno que encontrei singular balneário com pesos pesados, porquê Carlos Mané, Fábio Coentrão e Tarantini, o que me deu tentativa, até no tirocínio. O Ukra conheci na segunda quadra [2021/22], quando conquistámos a II Amálgama. Foi uma das melhores pessoas que conheci no futebol, faz pouquidade em todos os balneários. Foi bem benevolente autoridade operar com ele.
MF: O que aprendeu com Tarantini em 2020/21, quadra marcada pela descida à II Amálgama?
Guga: A aptidão de antever os desfechos, incorporado e além de do campina. Solitário convivemos durante seis meses, todavia ele incessantemente deu a sua apreciação, independentemente do matéria. A curso do Tarantini articulação por si solitário, foram muitos anos porquê capitão do Rio Ave na Amálgama e com jogos nas competições europeias.
MF: Apesar da descida à II Amálgama, Luís Freire convenceu-o a permanecer.
Guga: Quando o mister chegou ao Rio Ave, eu queria trespassar e proceder na Amálgama. Contudo ele disse que viela bem potencial em mim e que faria de tudo para me sustentar no grémio, até porque o projeto seria construído à minha circuito. Acabou por ocorrer e foi singular ano espetacular. Fui o melhor jogador da II Amálgama e o Rio Ave conquistou o campeonato. O mister disse que eu sairia mais valorizado. E aconteceu. Deu bem ao meu jogo e identificou capacidades que eu desconhecia.
MF: Tem penalidade que Luís Freire seja selecionador sub-21 e nunca treinador na Amálgama?
Guga: Fico quebrado. Estou afortunado pela ocasião que ele agarrou. É singular função bem atraente e ele é bem benevolente a operar com jovens. Se tiver vitória pode distrair as portas de outros mercados. Ao mesmo período, se ele estivesse num grémio – fosse vernáculo ou nunca – eu teria todo o apetite em reencontrá-lo.
MF: Tem saudades de Vila do Conde?
Guga: Sinto-me em lar. Adoro o Setentrião e Vila do Conde, em tal grau que tenho uma lar além. Jamais se sabe o dia de amanhã. Sou do Algarve e estou afeito a haver beira-mar por perto. E a beira-mar de Vila do Conde é linda. Lembro-me de ir almoçar em seguida dos treinos e de exprimir com as pessoas de Vila do Conde. Constantemente foram calorosas. Nunca me esqueço. Solitário trocaria a têmpera da chuva.
MF: Noto que tem aptidão para balizar ao Benfica. Faturou contra a equipa B, lã Rio Ave, e por quatro vezes contra a equipa precípuo, por Famalicão e Rio Ave. Pelos vilacondenses fez dois golos na Brilho.
Guga: Várias pessoas brincam com a condição. Quero explanar que nunca tenho a teoria fixa de balizar ao Benfica. Nem penso nisso. Nunca tenho singular impressão de retaliação, porque me sinto agradecido ao Benfica. Tenho tido essa ocasião. São momentos bons e que dão visibilidade.
MF: O que lhe aprazente proferir a respeito de o futebol luso?
Guga: Há muita predisposição, todavia ainda se perde bem período em circuito daquilo que nunca interessa. Devemos remeter dos jogadores que podem facultar o viravolta e dos treinadores que trabalham bravo com poucos recursos. Somos singular pátria limitado, todavia que trabalha bem bravo. Há que valorizar.
Avance para a terceira e última parcela da entrevista a Guga Rodrigues.




