No retorno a Portugal, o álbum de Gonçalo Rodrigues – ou Guga – tem extensão para uma Taça da China, década golos e nove assistências em 65 jogos lã Beijing Guoan, viagens por Pequim e, mais essencial, os primeiros capítulos enquanto fundador. Instruído no Benfica e outrora no meio-campo de Rio Ave e Famalicão, o algarvio de 28 anos esteve à estilha com o Maisfutebol para confessar referências e amizades, treinadores marcantes e objetivos para o recente ano.
Entre março de 2024 e dezembro de 2025, oriente criativo ajudou a “Armada Virente” de Pequim a filar o sala sítio do campeonato – de feitio consecutiva – excepto tomar a taça e pleitear a Champions 2 da Ásia.
Nesta entrevista de três partes, Guga espreita o retorno à Fusão, onde despontou lã Famalicão e se afirmou lã Rio Ave, antes de admitir o invitação de Ricardo Soares – logo timoneiro do Beijing Guoan – no encetativo de 2024.
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Maisfutebol: O que busca neste instante, actualmente que o conciliação na China terminou?
Guga: A selecção vai possuir em cômputo a bibiografia familiar, todavia vou proceder a sondar uno corporação que dê equilíbrio financeira e particular. Quis finalizar o conciliação na China, porquê disputávamos o campeonato, Taça e Champions 2. Não me passou pela cachimónia transpor a transporte da estação. O conciliação terminou e estou a indagar várias opções.
MF: Qualquer insígnia da Fusão?
Guga: Há equipas que sabem da minha estado. Tenho experimento e há clubes que abordam. Ainda nunca decidi.
MF: Em Pequim trabalhou com Ricardo Soares e Quique Sétien, ancestral treinador de Betis e Barcelona. O que defende dessas experiências?
Guga: Ao mister Ricardo fico reconhecido pela ensejo de me levar para uno corporação extenso na China, com bem impacto mediático. Fico-lhe reconhecido porque mudou a minha curso, melhorando o meu perfil a nível especialista e tático. É uno extenso treinador e uma boa indivíduo. Quanto ao mister Quique, conhecia o seu labor em Espanha e constantemente gostei de testemunhar as suas equipas. Quis aproveitar a ensejo ao supremo e consegui-me apropriar às suas ideias, gostei bem.
MF: O que mudou a nível especialista e tático?
Guga: Arrisco mais e estou mais vizinho de zonas ofensivas, porque assim estação importante no Beijing, que desavença por vitórias e títulos. Em Portugal igualmente o poderia executar, todavia tinha tarefas mais defensivas e de estabilidade. Consegui bons números nas duas épocas [dez golos e nove assistências em 65 jogos]. Melhorei na falda cometida, sobretudo nas chegadas ao derradeiro terço.
MF: O que fica da China?
Guga: O que mais surpreendeu foi a inclinação de bibiografia. Morámos em Pequim. A encetativo a arranjo foi exigente, até porque tudo se processa online e lã telemóvel. Presentemente até alienígena ao tornar a Portugal. Importaria, por exemplo, essa vivência online, os negócios de entrega e de supermercado, com taxas de entrega baratas, um tanto à excepção de do costumário. Ao escopo de cinco minutos tinha tudo à porta. E quase nunca andava de mesa, porque tudo se jornal com o telemóvel.
MF: Na China as pessoas são mais “frias”?
Guga: É a parcela menos boa, são emocionalmente diferentes. Por exemplo, conquistámos a Taça da China pela primeira turno a começar de 2018 [6 dezembro], todavia festejámos no alfombra e acabou. Terminou além. Num região porquê Portugal teria outro quidam de celebrações. Acabei por me afazer.
MF: Certamente tiveram temporada para deambular. O que recorda da falda cultural e histórica de Pequim?
Guga: Fizemos quesito de saber os lugares históricos, porquê a Cidade Proibida, a Vasto Muro ou o Palácio de Estio. São lugares que marcam.
MF: Puxando a tira detrás, uma vez que a cognome de Guga?
Guga: Começou quando estação bem recente, aos 4 anos. O meu fundador gostava bem do tenista Guga [o brasileiro Gustavo Kuerten, atualmente com 49 anos] e Gonçalo seria bem extenso para a camisola de manobra. Hoje quase ninguém me conhece por Gonçalo.
Avance para a segunda parcela da entrevista a Guga Rodrigues.




