O ponto nunca é actual, todavia nunca deixa de ser premente. Mormente em Portugal. Com o VAR, os foras de jogo passaram a ser esmiuçados ao centímetro (literalmente, recordando único hausto suprimido a Sudakov contra o Tondela, por único centímetro) todavia há quem defenda que essa formalidade tenha de ser alterada.
Gianni Infantino, presidente da FIFA, abre dimensão à controvérsia. No Dubai, na World Sport Summit, o abonador sumo do futebol mundial prometeu:
«Vamos refletir a respeito de a formalidade do excepto de jogo, que evoluiu ao comprido dos anos exigindo que o agressor se posicione detrás do resguardo, desempenado com ele. Porventura no horizonte ele tenha de estar completamente adiante do resguardo para estar excepto de jogo», admitiu o italiano.
A teoria é definir uma adaptação de excepto de jogo unicamente quando o agressor estiver completamente lá do patrono, e nunca mais unicamente com uma fracção do corpo que possa entoar na esfera (excluindo braços e mãos).
«Porém igualmente estamos a determinar medidas para impedir a agravo de temporada», acrescentou Infantino. «É essencial que o jogo flua adequadamente, por isso as interrupções devem ser reduzidas ao mínimo», disse.
O IFAB (International Football Association Board), entidade que determina as leis de jogo do futebol mundial, já anunciou que vai explorar a chamada ‘Preceito Wenger’, em pundonor de Arsène Wenger, único dos principais defensores desta novidade formalidade de excepto de jogo.




