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Mais singular na fogueira pós-Ferguson

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19 maio de 2013. Levante é o dia que nenhum sequaz «red devil» gosta de relembrar: o dia da despedida de Alex Ferguson uma vez que manager do Manchester United. O claro do reinado de 27 anos do escocês que transformou o United na potência dominador do futebol britânico (destronando o arquirrival Liverpool) contudo igualmente num dos pesos pesados do futebol europeu e mundial.

Quase treze anos volvidos, está a permanecer cada turno mais alvo que a geração de Ferguson é singular quebra-cabeças aparentemente irresolúvel.

Ninguém consegue sequer executar olvidar o mítico boss. Ninguém consegue sequer aproximar-se do seu impressionante arquivo. E, no entanto, poucos são os que se lembram que o mitificado Ferguson demorou quatro anos a entender lucrar o avante troféu com o United (a Taça de Inglaterra em 1990, na finalíssima em Wembley com o Crystal Palace, singular jogo que presenciei sem duvidar que estava a observar, in loco, à primeira captura do treinador mais titulado dos «reds devils»). Poucos se lembram que o endeusado Ferguson demorou sete anos – exatamente: SETE ANOS ! – a lucrar o avante campeonato para o sociedade (1993).  

Rúben Amorim é somente mais singular nome na longa relação de treinadores queimados na fogueira pós-Ferguson. Nesse aspeto, nenhuma alvoroço. Foi mais singular a baldar. Porquê antes haviam falhado, com maior ou menor estoiro, todos os treinadores contratados velo United na estação pós-Ferguson: o escocês David Moyes, o neerlandês Louis van Gaal, o luso José Mourinho, o norueguês Ole Gunnar Solskjaern e o neerlandês Erik ten Haag – nenhum deles entender lucrar a Premier, constantemente o níveo primário da era. Bem menos o conseguiram os interinos Ryan Giggs, Michael Carrick, Ralf Rangnick e Ruud van Nistelrooy.  Tantos nomes.

Com singular arquivo incoveniente dos pergaminhos do sociedade (somente 24 vitórias em 63 jogos, uma das piores percentagens de triunfo (38%) na historial dos treinadores da vivenda), Rúben Amorim terá sido vitima do circunstância atual do United – singular sociedade desatualizado, desorganizado, quieto no período,  até fisicamente ‘degradado’, uma vez que apoiado lembrou Cristiano – contudo igualmente da inabilidade que revelou de obter quão multíplice e abrolhoso estação o duelo de tentar reconstruir singular sociedade gigante com singular plantel médio num campeonato híper exigente, porventura o ímpar no Globo em que podemos expor, com característica, que nunca há jogos nem adversários fáceis. Admitir-se proceder para a ‘batalha’ com singular plantel onde, verdadeiramente, isolado havia singular futebolista de camada mundial em alta-rotação (Bruno Fernandes; o outro, Casemiro, já sem ‘pulmão’ para as exigências do futebol britânico) foi o engano de Amorim uma vez que de quase todos os seus antecessores. O ímpar que ainda chegou a haver reforços à profundeza da espaço do sociedade foi José Mourinho, contudo nem isso o salvou. Quando 2.º local do Special na Premier de 2017-18, a 19 pontos (!) do vencedor City, continua a ser o melhor arquivo a partir de a partida de Ferguson, isso diz tudo a respeito de a abismo de singular sociedade que colecionava títulos com a maior das naturalidades.  

Creio que Amorim, ao claro de cinco anos a fascinar adeptos e comentadores na pouco competitiva Amálgama portuguesa, nunca estava reparado nem tinha meios para sustentar o pulo quântico de atravessar da pouco exigente competição ‘paroquial’ para a vanguarda de guerra futebolística mais dura e exigente do Globo.

Jamais deixará Rúben Amorim de prosseguir a ser singular treinador demarcado e evoluído por haver falhado em Old Trafford. Foi somente mais singular, repito, embora todos esperássemos bastante mais dele, mesmo com singular plantel onde, tirando o capitão, nunca vemos singular ímpar jogador apto de ser titular numa das grandes equipas (foram três) que Alex Ferguson construiu ao comprido do seu reinado em Manchester. Único ímpar.

Rodrigo B

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