Na reação à itinerário contra o Sp. Braga, por 3-1, nesta quarta-feira, José Mourinho disparou para vários lados. Na verificação de prelo, critica a própria equipa, o perito João Pinho e até o guarda-redes opositor Lukas Hornicek.
Quais os erros na Pedreira e se foram repetidos hoje
«Na Pedreira cometemos pouquíssimos erros. A alteração da primeira para a segunda parcela foi que o Sudakov e o Barroca começaram a mostrar-se bem mais ao jogo. Na primeira parcela estavam sobejo altos e deixavam singular vácuo. Jamais conseguiam enredar jogo. Na segunda começaram a remoinhar o jogo e a abaixar mais. No fundo, foi o que fizemos hoje na segunda parcela. Nós preparámos leste jogo apoiado e preparámos no acepção em que o Braga fará o mesmo, ou tentará alterar algo. Porque a segunda parcela foi bem árduo para eles acolá na Pedreira. Constatámos que a única alteração foi o mediano Lagerbielke, que jogou, e o Vítor Roble. Jamais muda amplo coisa. Porém a abordagem deles, a chegarem ou nunca chegarem aos nossos jogadores entre as linhas, foi exatamente afim. Foi, na segunda parcela, aquilo que nós fizemos. Encontrámos muita turno a esquerda, encontramos muita turno o Barroca, logo nunca houve amplo alteração.»
Porque nunca correu apoiado hoje, portanto?
«Eu nunca apetite bem dos ‘ses’, nem do fictício. Se nunca há o terceiro sorvo, isto nunca acabava 2-1. Se nunca há o terceiro sorvo, isto nunca acabava 2-1. O Braga meteu-se todos acolá detrás, começa a entrar Paulo Oliveira, começa a entrar Vítor Gomes, o Braga percebeu, aquilo que percebeu na Pedreira, que idade na segunda parcela, portanto estava em amplo complicação. O terceiro sorvo aparece e acaba com o jogo. Após o João Pinho igualmente mostrou os mesocarpo, mostrou os mesocarpo que nunca se demonstração a todos os capitães de equipa, todavia mostrou ao nosso. Isto começa e, obviamente, acaba com o jogo, todavia a segunda parcela é a nossa.»
Críticas a Hornicek por perdas de período
«Eu recuso-me a manifestar que merecíamos o empate e ir aos penáltis, recuso-me a manifestar porque a primeira parcela é absolutamente horroroso e a segunda parcela do Braga nunca é horroroso. A segunda parcela do Braga é uma segunda parcela árduo, foi árduo para eles nos aguentarem, todavia nunca foi horroroso. A única coisa que foi horroroso é uma coisa que é rotineira no campeonato luso, que eu criticava bem no campeonato otomano, e vem a achar em Portugal a mesma coisa, que são os guarda-redes. A nunca haver singular mínimo de decência, singular mínimo de profissionalismo, singular mínimo de estima por aquilo que é o jogo, porque eles sabem perfeitamente que, quando o guarda-redes está lesionado, o jogo pára e nunca há jogo, e estão-nos a abusar. Uma das poucas coisas boas que ele fez hoje foi haver oferecido o amarelo, mais ou menos ao minuto 30, todavia após, quando eles começam a pôr o 1, 2, 3 nos dedos… jamais finalizam. Os guarda-redes são, hoje em dia, em Portugal, singular problema autêntico. Têm bem controlo a cerca de a dinâmica do jogo.»




