A teoria tem sido defendida por Arsène Wenger, atual diretor de incremento do futebol da FIFA, o qual entende que alterar a norma do fora-de-jogo iria consentir ao futebol haver mais golos, menos paragens e retornar o jogo mais sedutor.
Todavia por fim que diferença é esta?
Apelidada de ‘Preceito Wenger’, exatamente por haver sido alimentada lã treinador galicismo, esta alteração define a colocação de fora-de-jogo somente quando o atacador estiver completamente avante do penúltimo resguardo contendor.
Ou seja, atualmente singular jogador está em fora-de-jogo se tiver singular centímetro do calcante, por exemplo – ou do joelho, ou da cachimónia, ou de algum parcela do corpo que possa repercutir na globo (excluindo braços e mãos) -, avante do penúltimo resguardo.
Com esta diferença, isolado estaria em colocação anormal se todo o corpo estivesse avante do penúltimo resguardo contendor.
Ora sabe-se que esta alvitre de Arsène Wenger já foi testada em torneios juvenis e Gianni Infantino, no Dubai, anunciou que é profundeza de averiguar as vantagens percebidas nesses testes já realizados. Até para, se for precípuo, seguir para mais ensaios.
O International Board (IFAB), entidade que supervisiona as regras do futebol, tem associação agendada para 20 de janeiro, em Londres, lã que levante assunto saltou efetivamente para o topo da atualidade, podendo valer uma alteração numa norma do fora-de-jogo que já nunca sofre nenhuma atualização a começar de 1990: há exatos 35 anos.
Todavia será que os homens do futebol concordam com esta diferença?
Para o tentar conseguir, o Maisfutebol consultou treinadores e antigos jogadores do futebol lusitano, os quais, através das respostas enviadas, mostraram uma vez que é singular assunto polémico.
Se por singular renque há quem esteja de entendimento com a ‘Preceito Wenger’, por de ocorrência domínio alegar mais golos e completar com os foras-de-jogo – «ridículos», dizem – de singular centímetro do calcante em colocação anormal, igualmente há quem defenda que se trata de uma alteração que vai alterar totalmente «alfabeto estruturais do jogo» e até retornar o jogo mais frouxo.
Venha daí certificar as opiniões.
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Jesualdo Ferreira, treinador vencedor no FC Porto:
«Acho que ainda é bem cedo para efectuar considerações. A norma ainda nunca foi experimentada e estou religioso que, quando isso intercorrer, novas dúvidas irrito aparecer. Isolado o ocorrência de finalizar com os foras-de-jogo de 10 centímetros – ou de singular centímetro ou de 15 centímetros, coisas que são bem ridículas – favorece bem mais as equipas que atacam, o que é uma excelência: o alma da norma é exatamente esse, em facto de incerteza, propiciar quem ataca. Vai constranger a ajustamentos defensivos grandes, até para abster que os avançados tenham acaso, principalmente nas diagonais curtas, de poderem lucrar área e lucrar a vanguarda. Vai alterar muita coisa, na minha crítica, porém há uma coisa que nunca vai alterar: a discussão. Logo, acredito que um tanto mude, acho que positivo, que época temporada de finalizar com problemas ridículos, porém é precípuo que a lei ganhe corpo, que seja testada, que tenha propensão para domínio desagravar, em cargo daquilo que a própria ensaio vier a obsequiar.»
Vítor Pereira, treinador vencedor lã FC Porto:
«É uma norma que abertamente beneficia o insulto e que colocará mais problemas ao lavor da risco defensiva, e sobretudo à coordenação entre os elementos do setor mais recuado. É abertamente uma norma para propiciar o futebol, com mais golos. E quiçá até coloque menos problemas aos árbitros e ajude singular bocadinho a ajuizar melhor aqueles centímetros que decidem tantos jogos.»
António Oliveira, ascendente Selecionador Vernáculo:
«A ‘lei Wenger’ tem uma finalidade positiva: propiciar o insulto, retornar o jogo mais fluído e resumir decisões milimétricas do VAR. No entanto, nunca elimina totalmente a discussão, somente muda o critério de mensuração, e altera de feitio relevante o estabilidade entre insulto e resguardo. Creio que deve ser testada com cuidado antes de algum emprego generalizada, porque mexe com alfabeto estruturais do jogo.»
Arthur Moraes, ascendente guarda-redes do Benfica:
«A minha crítica é que esta lei pode promover efeitos que nunca serão totalmente positivos. Acredito que, uma vez que consequência desta lei, a última risco estará incessantemente muro de singular metro mais detrás, o que pode assaltar singular expansão das linhas e a geração de mais área para cogitar o jogo, tornando-o mais frouxo. Fica a meditação.»
Hélder Cristóvão, ascendente medial e treinador do Benfica B:
«Parece-me que a FIFA está a tentar auxiliar igualmente o lavor do VAR e, ao mesmo temporada, consentir que possa ter mais golos. No entanto, vai compor singular problema para as defesas: penso que vai levar as equipas a advogar mais grave ou em zonas intermédias.»




