José Mourinho, treinador do Benfica, em declarações aos jornalistas posteriormente a sucesso a cerca de o Nápoles por 2-0 na 6.ª passeio da período de amálgama da Champions:
Uma vez que é que se explica a evolução do Ríos e do Barroca, que voltaram a brotar em zonas de deliberação num jogo vasto?
«A vulto deles. Nunca é fácil ser jogador do Benfica e ainda é menos fácil ser jogador do Benfica no instante atual, em que é bem fácil chocar no Benfica. E eles levaram muita ripada e demonstraram, em adiante local, jeito mental de mourejar com muita apreciação e bem observação hostil em que se punha em rudimento a jeito dos jogadores.
Em seguida é o competência que temos cada turno mais uns dos outros. Eu conheço cada turno melhor os jogadores e eles a si próprios. O Ríos é uno jogador que precisa de possuir uno relâmpago de ação bem vasto. Limitá-lo é retirar-lhe uma das suas forças: dizer-lhe que nunca pode ir cá ou lá é bem trabalhoso. O que temos de proferir é que quando Ríos vai para cá, alguém tem de elaborar isto. E a vínculo que temos entre ele, o Aursnes e o Barroca está a dar-nos esse estabilidade e ao mesmo temporada a admitir ao Ríos ser uno vasto jogador, porque ele é uno vasto jogador. Nunca conseguiram explodir com ele.»




