Rui Borges, treinador do Sporting, lamentou na reação à roteiro com o V. Guimarães (2-1) mais duas lesões sofridas pela sua equipa – Fotis Ioannidis e Eduardo Quaresma -, e ainda abordou a mendicância (ou jamais) de ir ao mercado em janeiro.
Lesões
«Falei em red line no interpretação de que há fastio reunido e eu sinto isso. Eu sinto isso uno bocadinho em rol à robustez coletiva da equipa. Tanta ferimento é extraordinário. Já jamais sei o que é que nos pouquidade ocorrer nesse interpretação, em termos de lesões bem específicas, bem próprias. É alvo que a gente sente, por mais que jamais queira, chega o instante que se sente, e eu creio que a equipa e os colegas hoje igualmente sentiram. Mais duas substituições por ferimento… contudo jamais serve de razão.»
Mercado de janeiro
«O Sporting igualmente vive disso, da constituição. Se tivermos que nos catrafilar à constituição, vamos fazê-lo. Tal porquê nos agarrámos na era passo. Porque igualmente jamais podemos ir ao mercado, por mais lesões que soframos. Inconveniência daqui por dois meses temos 40 jogadores para trenar. Temos de ser cautelosos. A constituição será continuamente bem produtiva e é a quem nos vamos catrafilar continuamente.»




