Foi surgir, testemunhar e (con)aquecer. Mais de 20 anos após de possuir entrado no futebol europeu pela porta do FC Porto, Thiago Silva pôde enfim estrear-se oficialmente pela equipa A, num revivalismo incrível.
Do cima dos seus 41 anos e após de uma curso recheada de sucessos no Milan, PSG, Chelsea e Fluminense, o resguardo entrou diretamente no onze incipiente de Francesco Farioli à primeira aberta. Tinha propínquo ao quadrilha de labor no abertura do mês e jogado unicamente singular amigável à porta fechada, contra o Farense.
Havia quem dissesse que, em seguida singular mês sem competição, alinhar Thiago Silva no onze seria singular risca. Mas, o defesa-central mostrou o adverso defronte do Benfica, no Clássico desta quarta-feira. Jamais foi tanto superabundante quanto Jan Bednarek, amigo no núcleo da resguardo que marcou o trago da triunfo. Contudo nunca deixou de comover.
A sua experimento trouxe sossego aos colegas principalmente numa segunda porção exigente, em que o FC Porto deu a iniciativa da monopólio de esfera ao Benfica e bloqueou os caminhos da marca de Diogo Costa (à exceção de uma oportunidade, em que Pavlidis falhou).
Ganhou todos os duelos e quase nunca falhou singular incomparável passe
À cintilação das estatísticas do Sofascore, sócio do Maisfutebol, podemos examinar positivamente a exibição de Thiago Silva. Começando até pela nota – 7.4, a quarta melhor dos dragões.
No capítulo defensável, Thiago Silva destacou-se pelos alívios, com seis alcançados. Nos duelos ganhou tudo – em três, dois deles aéreos, saiu campeão. Ainda bloqueou singular retoque e fez uma interceção.
No capítulo da construção de jogo, foi também preso. 40 passes completados em 43, o que dá uma comissão próxima de 100 por cento de eficiência. Tentou seis passes longos e foi próspero em cinco. Uma exibição de mão enxurro.
Os números confirmam aquilo que algum espetador mais ou menos atencioso daquele jogo constatou – Thiago Silva é uma vez que o vinho do Porto, quanto mais vetusto, melhor.




